Considera-se o principio básico da política o fato de que os homens são diferentes e precisam uns dos outros para VIVER. A política teria, assim, o objetivo de processar as diferenças entre as pessoas e possibilitar a vida em comum. As questões envolvidas na política são aquelas referentes ao espaço público e por isso devem ser transparentes, ou seja, devem ser vistas e ouvidas por todos, ao contrário da esfera privada. Assim, é a sociedade que deve definir quais são as questões públicas, pois o que tem ou não relevância para uma comunidade varia no tempo ou de cultura para cultura. A realização das políticas públicas é uma questão fundamental, pois elas estão intimamente ligadas à transformação da realidade: elas partem de uma insatisfação e visam estabelecer uma situação ideal ou próxima do ideal. Elas são como uma ponte entre a situação existente e aquela aonde se quer chegar. O Estado tem um papel fundamental no espaço onde ocorrem essas políticas públicas. Para que sejam eficiente e efetiva, elas devem cumprir as fases de planejamento, implementação e avaliação. Essa necessidade de planejamento se dá principalmente porque os recursos são escassos e é preciso eleger prioridades. Isso implica dizer que as políticas públicas envolvem repartição de recursos escassos, o que leva à transferência de recursos de um setor da sociedade para outro, em um processo que sempre será marcado pela negociação e luta entre os participantes. As políticas públicas brasileiras têm sido desencontradas, suas ações são desintegradas, com programas desenvolvidos em diferentes secretarias e setores que não se comunicam o que acaba por provocar a pulverização desses recursos já tão escassos.
Muitas delas têm caráter assistencialista ou tutelar, gerando incapacidade das ações de alterar a situação de pobreza e exclusão da população. Esse modelo de política hipócrita e sem caráter cumpre uma função compensatória e não emancipatória ou de promoção e garantia de direitos, ou seja, faz dos analfabetos políticos deste país verdadeiros escravos desse sistema, e dessa forma vão se mantendo no poder. Busca-se, diante das potencialidades do país, construir um novo modelo que permitirá chegar ao Brasil que queremos. Porém isso implica, no social, em um caminho que passa pela articulação de uma política de conjunto, envolvendo ações governamentais e não governamentais nos níveis da União, dos Estados e dos Municípios. Essa política de conjunto deverá superar as fronteiras entre os diversos setores responsáveis pelas políticas públicas, bem como o paralelismo e a superposição de ações no âmbito do Estado e da sociedade civil. Já avançamos muito, mas para que conquistemos uma soberania de fato, faz-se necessário que todos lutem por uma EDUCAÇÃO que seja tratada e colocada em primeiro plano, como fator primordial e não secundário dentro de uma administração, fazendo com que as pessoas possam se interar melhor sobre o processo político e organizacional do país. Somente assim o povo, o cidadão responsável por sustentar toda essa hierarquia, irá perceber que não se mede um governo pelas paredes levantadas e pelos metros de capa asfáltica, e sim pelo zelo e o cuidado com a formação absoluta da pessoa. O que atrapalha o progresso deste país na sua plenitude são cidadãos com visão individualista, o que com certeza ainda é um reflexo do Brasil Colônia, do tempo do deixa prá lá, do abaixar a cabeça e ficar esperando sempre que alguém faça por você o que você mesmo pode fazer.
Palestrando no curso de controle social pela CGU Abril de 2007 em Tangara da Serra
Palestra de orientação sobre a função de Vereadores e Prefeitos/ Eleições Municipais Sapezal 2008
Palestra Projeto TIM de Música Bairro Jardim Fortaleza Cuiabá 2007
Palestra de orientação sobre a função de Vereadores e Prefeitos nas audeias indigenas./ Eleições Municipais
Sapezal 2008
Geraldo Terena- líder indígena, vereador Dr. Roberto e Sabat
Festival Matogrossense de Composição premiado entre os 11 melhores compositores de Mato Grosso Barra do Garças 2005
Festival Nacional da Canção Tangara da Serra 2004